Abril 07, 2014

MOSTARDA DE GRÃOS (CASEIRA) DE DARINA ALLEN


Hoje trago-vos uma receita que fiz há cerca de um mês, antes de viajar.
É uma boa receita mas, por um LAPSO meu, o resultado foi quase um desastre culinário.
Mas primeiro vamos à receita que veio de La Cucinetta.

Mostarda de Grãos (Caseira)

De Darina Allen

2/3 de xícara de vinagre de vinho branco (de boa qualidade)
6 colheres de sopa de sementes de mostarda (amarelas e pretas)
3 ou 4 colheres de sopa de mostarda inglesa em pó
1/4 de xícara de vinagre de vinho branco
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de chá de sal (só usei 1)

* Nota - Use vinagre de Champanhe para um resultado mais suave.

Para facilitar, faça a mistura dentro de frascos de vidro altos para poder esmagar as sementes.
1 - Coloque as sementes de mostarda dentro do frasco e cubra com a primeira porção de vinagre.
Misture, feche o frasco e deixe à temperatura ambiente por 3 a 5 dias. Quanto mais deixar macerar, mais forte será a mostarda.
2 - Passado esse tempo, abra o frasco e, com o "socador" do pilão, esmague as sementes no vinagre, tanto quanto conseguir. (É mais fácil no frasco de vidro alto do que no pilão baixo, para evitar sujeira).
3 - Junte a mostarda em pó, aos poucos, misturando bem para dissolver os grumos.
Acrescente a segunda porção de vinagre, o mel e o sal. Misture bem e prove e rectifique o sal se for necessário. Tape e conserve no frigorífico. Pode ser usado imediatamente.
Rende pouco mais de uma xícara de mostarda.


 As minhas Notas:
- Fiz a receita à risca. Usei Vinagre de Champanhe da Gallo (Modelo/Continente).
- A mostarda inglesa em pó trouxe de Inglaterra, mas cá também haver (Jumbo ou El Corte Inglês).
- Em vez do "socador" usei a varinha trituradora.
- Rendeu-me 2 frascos de 200 ml.
- Ficou saborosa, amarelinha e com alguns grãozinhos finos.


 Agora o meu LAPSO!...
Quando me preparava para tirar as fotos dos ingredientes, saltou-me à vista: Sementes de linhaça !
E fiquei com 2 frascos de Mostarda de Linhaça, (he, he) que guardei no frigorífico para não deitar fora.
Entretanto, depois de regressar, pensei que:
        - se está saborosa (a mostarda inglesa é mesmo boa);
        - se a linhaça é uma semente saudável,
então, por que não experimentar?
Já a usei duas vezes e não me arrependi, para temperar uns lombinhos de porco e num peixe assado. Qualquer deles foi muito aplaudido pelo Provador Oficial do Meu Estaminé, que nem sonha que estava a comer Mostarda de Linhaça!
E fica o conselho: verifiquem sempre o nome das sementes, antes de usarem.

Boa semana! Beijinhos da

Bombom (Tia Fátima ou Avó Fátima)

Abril 04, 2014

AINDA LONDRES ... THE 4TH PLINTH OU O 4° PILAR

                O 4° Pilar, local de Exposição de Esculturas Modernas Temporárias

Devem estar lembrados do meu comentário aqui, (http://receitasdatiafatima.blogspot.pt/2014/04/londres-em-dias-de-sol.html) , quando confessei que tinha ficado surpreendida com "este grande Galo, a destoar por completo" na Praça de Trafalgar".
Foi então que uma leitora residente em Londres a quem mais uma vez agradeço publicamente, fez o favor de me deixar um comentário em que me dizia que esse 4° Pilar estava vazio e que foi aproveitado para Exposições Temporárias de Escultura Moderna e convidava-me a fazer uma pesquisa em The Fourth Plinth.
Isto só confirma o Ditado que diz "A ignorância é atrevida", (neste caso, a minha)!

                          Trafalgar Square com o edifício da National Gallery em fundo

Fiquei então a saber que o 4° Pilar estava destinado à Estátua Equestre de William IV, mas como não se conseguiram os fundos necessários para a mandar fazer, o pedestal ficou vazio durante 150 anos.
Em 1998 a Royal Society of Arts tomou a iniciativa de apresentar um Projecto para o 4° Pilar (The Fourth Plinth Project) e no ano seguinte (1999) fez-se a primeira Exposição Temporária de Escultura Contemporânea, sobre o pilar vazio.
O Galo Azul como lhe chamei, "a domestic farmyard cockerel saturate in intense ultramarine blue", feito em acrílico, tem mais de 4 m de altura e é da autoria da escultora alemã Katharina Fritsch e foi inaugurada em Julho de 2013.
Actualmente, o Fourth Plinth Programme é o mais conhecido dos Prémios de Arte Contemporânea do Reino Unido. É presidido pelo Mayor de Londres (Presidente da Câmara) que faz parte da Greater London  Authority .
Para esse Prémio, Artistas de classe mundial são convidados a fazer trabalhos de escultura "monumentais e que causem admiração". Posteriormente, a Greater London Authority escolhe o melhor para ser exposto no 4° Pilar.
Em Fevereiro deste ano, foram anunciados os vencedores para 2015 e 2016, respectivamente Hans Haacke e David Shringley.

Agradecimento: Muito obrigada, S. Denise Silva pelo seu útil comentário, sem o qual eu não teria aprendido tanto. Bem Haja!

Desejo a todos um feliz fim de semana.
Beijinhos da

Bombom (Tia Fátima ou Avó Fátima)

Abril 03, 2014

BRITISH MUSEUM - LUGAR DE ENCONTRO DE POVOS E CIVILIZAçÕES

                       Museu Britânico ou British Museum

Não sei se sabem, mas em Inglaterra os Museus do Estado são de entrada gratuita. 
Só se paga para visitar as Colecções Temporárias. 
Lá, a Cultura não tem preço! 
Há, no entanto, umas caixas  em acrílico idênticas às que vi nos EUA, onde as pessoas são convidadas a deixar os seus donativos pois, como calculam, um Museu dá grandes despesas (manutenção e limpeza, restauro, electricidade, pessoal, etc.).
Este Museu é um Mundo! Não se consegue ver tudo num dia.
De manhã vimos as salas dedicadas à China e o Sul e Sudeste Asiático.


As fotos que trouxe de recordação não ficaram boas devido à luminosidade das salas, mas deixo-as aqui para vos darem uma ideia dos tesouros ali guardados.

 
Nesta galeria dedicada à Ásia, encontram-se muitas esculturas de Deuses da Índia, Tailândia, Srilanka (Shiva, Buda, etc).



 Almoçámos numa das várias Esplanadas e Cafés que o Museu possui e depois visitámos a galeria do Antigo Egipto.


Este é o busto gigantesco de um Faraó.
Na galeria da Grécia Antiga e Roma, visitámos as salas dedicadas ao Parténon.

                           Réplica do Parténon

Quando estivémos na Grécia e visitámos o Parténon que actualmente está muito destruído e em reconstrução parcial, soubémos que as estátuas e painéis que o decoravam se encontravam no Museu Britânico. (Quando os Turcos Otomanos dominaram a Grécia, venderam ao desbarato estas relíquias aos ingleses).


Estas estátuas foram destruídas durante as Guerras Pérsicas e os Painéis que decoravam o Parténon, representam cenas dessas guerras.


Aqui, o Soldado grego luta com o Minotauro que simboliza o poderoso exército persa.
E a nossa visita guiada está a terminar. Muito mais há para ver, mas fica para a próxima!!!

Beijinhos da

Bombom (Tia Fátima ou Avó Fátima)

 

Abril 01, 2014

LONDRES EM DIAS DE SOL!


               O  Big Ben, ex-libris da cidade de Londres

A segunda semana de Março em Londres, foi "de encomenda". Dizia-me a minha nora que já lá vive há meia dúzia de anos que não se lembra de uma semana inteira sem chover. Deve ter sido pelas boas graças de São Pedro!

                    Catedral de Westminster

Desta vez passeámos um pouco mais e visitámos alguns Museus. 
Hoje ofereço-vos algumas fotos dos sítios mais emblemáticos que registei nalguns passeios a pé e numa viagem de autocarro "sight seeing" para turistas, que fizémos e que muito aconselho pois permite fazer uma ideia do mapa da cidade e dos locais que preferimos visitar depois.

               Casas do Parlamento (Houses of Parliament)

Março a Junho são os melhores meses para se visitar Londres. Mesmo assim, se repararem nas fotos, não se consegue uma sem que apareçam montes de pessoas e um tráfego intensíssimo.

                                     Piccadilly Circus

Londres tem uma população da ordem dos 10 a 12 milhões. Se lhe acrescentarmos os milhares que residem nos arredores e diàriamente entram na cidade assim como os milhares de turistas  que a visitam, podemos fazer uma ideia do movimento, do barulho, do pulsar de vida que se sente. E nos meses de Julho e Agosto, com a vinda dos turistas em férias, é um caos, com filas para entrar em Museus, Palácios, Castelos ou Catedrais.

                                  Trafalgar Square

Na Praça de Trafalgar homenageia-se Lord Nelson, vencedor da batalha de Waterloo contra Napoleão.
Em volta estão as estátuas equestres de outros generais importantes. Ao fundo, fica situada a National Gallery.
O que mais me surpreendeu (não estava lá da primeira vez que lá fui), foi a nova estátua que o Mayor de Londres lá meteu, vá-se lá saber porquê!!!

                     Estátua em acrílico de uma escultora alemã

Isso mesmo, "um grande Galo" a destoar por completo neste local que faz honras a vários heróis de guerra nacionais...


 Para finalizar, vamos até ao Tamisa com as muitas pontes que fazem a ligação entre o West End e o East End e em que o trânsito se faz geralmente num só sentido.



Atravessa-se esta ponte a caminho de St. Pauls Cathedral e da Torre da BBC.


                                              Torre da BBC

E como o passeio já vai longo, vou terminar por aqui. Espero que tenham gostado.
Saudades e beijinhos da

Bombom

Março 26, 2014

BOLO DE CHOCOLATE DELICIOSO NO 9° ANIVERSÁRIO DO MEU NETO


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A pedido do aniversariante, a Mãe fez o Bolo de Chocolate decorado com a sua Play Station Vita. Devido à cor azul, não se notam os pormenores dos botões, na foto, o que é pena.
Este Bolo de Chocolate é uma especialidade lá de casa, muito apreciada por toda a gente.
Segue a receita original...

Bolo de Chocolate e Nozes

250 g de chocolate preto para culinária (70% cacau)
150 g de nozes descascadas (reserve 40 g em metades e pique as restantes)- opcional
125 g de manteiga (aos pedaços)
250 g de açúcar
100 g de farinha
4 ovos

Cobertura

80 g de chocolate preto para culinária (70% cacau)
1 colher de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de água

Parta o chocolate em pedaços, junte 3 a 4 colheres de sopa de água e leve a lume brando até derreter, mexendo sempre até obter um creme liso.
Retire do lume e junte as nozes picadas grosseiramente, o açúcar, a manteiga, a farinha peneirada e incorporada em pequenas quantidades e vá mexendo para envolver tudo.
Leve de novo ao lume e junte as gemas dos ovos uma a uma, trabalhando a massa com a colher de pau, entre cada adição. Mexa bem a mistura durante uns minutos, sempre ao lume, (é um pouco trabalhoso, mas indispensável).
Retire do lume e incorpore as claras em castelo, envolvendo com cuidado, até obter uma massa homogénea.
Unta-se muito bem uma forma com manteiga, enche-se com a massa e leva-se a cozer em forno médio (180 a 200°) durante 45 a 50 minutos. Faz-se o teste do palito, que deve sair um pouco húmido.
O bolo deve ficar húmido, pois seco não é tão bom.
Desenforma-se no prato de serviço, com o fundo para cima.
Deixa-se arrefecer e serve-se no dia seguinte, de preferência, pois fica muito melhor.
Para a cobertura, derrete-se o chocolate partido em pedaços juntamente com a água, o açúcar e a manteiga, mexendo sempre com a colher de pau até se obter um creme liso, que se deita sobre o bolo já frio, deixando escorrer pelos lados. Decora-se com as metades das nozes reservadas.


Se quiserem experimentar, usem um chocolate de boa marca (Valrhona, Callebaut, Sampaka ou Lindt postres).
Não deixem muito tempo sobre o lume, para não secar demasiado. Só o tempo necessário até envolver todos os ingredientes referidos.
Enjoy Yourself!
Saudades e beijinhos da

Bombom

Fevereiro 23, 2014

MAYONNAISE, OU MAHONNAISE?...MAIONESE CLÁSSICA



Mundialmente conhecida, a Maionese pode servir-se simples ou servir de base aos mais diversos molhos frios. Feita a partir de gema de ovo, azeite e vinagre (ou sumo de limão), pode ser temperada apenas com sal fino e pimenta. É a Maionese clássica, "à moda antiga", como a fazia a minha avó e a minha mãe, com quem aprendi.
Fortunato da Câmara, no seu Livro Mistérios do Abade de Priscos, conta algumas teorias para a história do seu aparecimento.
Assim como a "cada cabeça sua sentença", também para as receitas existem diversas versões.
Uma das teorias diz que o seu nome se deve ao duque de Mayenne, que em 1589 perdeu a Batalha de Arques porque na véspera se banqueteou com tal excesso com frango e muito molho, que no dia seguinte estava tão mal disposto que caíu às mãos do rei Henrique IV. Segundo esta versão, o nome do molho seria Mayennaise.
Também em França, mas no País Basco, na cidade de Bayonne, diz-se que o molho se chamava bayonnaise e que, com o tempo, degenerou para mayonnaise.
Os estudiosos das palavras antigas (étimos) pensam que está relacionado com o facto de na Idade Média se chamar moyeulx à gema de ovo e daí o ter-se chamado moyeunaise.
E, de teoria em teoria, chega-se a 1756 quando o marechal e duque de Richelieu com seu exército, conquista a cidade de Puerto de Mahón, na Ilha de Menorca, durante a Guerra dos Sete Anos.
Para comemorar a vitória, o cozinheiro do batalhão fez um molho improvisado com os ingredientes que tinha à mão, ao qual chamou de Mahonnaise.
Mas também há quem diga que a origem do molho provém da amante que o Duque tinha em Mahón, que lhe servia entre outras iguarias, um molho especial, que ele chamava "mahonesa", em homenagem à sua amada.
Quando regressou a França, trouxe a receita da "mahonesa" espanhola que tanto apreciava e divulgou-a nas mesas mais requintadas do reino.

Hoje em dia, há várias versões a que chamam Maionese, mas que não passam de "versões".
Foi por isso que resolvi deixar aqui a receita da Maionese a que chamo Clássica, a única e verdadeira.

Maionese


Ingredientes:
1 gema de ovo
50 ml de azeite virgem
sal fino, pimenta e sumo de limão ou gotas de vinagre, q.b.


Coloque a gema de ovo numa tigela e mexa com a colher de pau, só para a desfazer.
Sempre a mexer, vá deitando o azeite em fio (ou gota a gota), até ele acabar.


Obterá um creme grosso e consistente. Tempere de sal e pimenta e, para o deslaçar um pouco, junte gotas de sumo de limão ou de vinagre e bata novamente para incorporar.


São servidos?...Também se pode colocar num frasco com tampa hermética e guardar no frigorífico por alguns dias.

Tenham uma boa semana! Beijinhos da

Bombom (Tia Fátima ou Avó Fátima)

Fevereiro 18, 2014

BOLO FLORESTA NEGRA



Hoje venho partilhar convosco mais um "pedacinho" deste gostoso livro de Fortunato da Câmara que é uma delícia para quem gosta de "saber o que come", ou seja, o seu historial.
Dou-vos só uns "lamirés", que isto de direitos de Autor, tem que se lhe diga e eu não quero que o Sr. fique zangado, mas se puderem não deixem de o ler, porque vale a pena.

O Bolo Floresta Negra, o orgulho dos alemães, tem raízes na Floresta Negra..
O seu nome verdadeiro é Schwarzwalder Kirshtorte que, trocado "por miúdos", significa Bolo de Licor de Cerejas da Floresta Negra.
No interior desta Floresta situada nas margens do Reno, a sul da Alemanha, cresce a variedade de cereja chamada morello, de fruto negro,  grosso e carnudo. Com ela, os habitantes das redondezas, fabricam uma aguardente chamada kirshwasser, que nós conhecemos com o nome de kirsh.
Diz-nos o autor do livro que "a tradição local de comer as cerejas maceradas numa calda de kirsh, acompanhadas com natas batidas, é um costume com séculos de história".
O Bolo Floresta Negra compõe-se de um bolo alto, fofo e esponjoso do tipo da Génoise, feito com cacau em pó. Depois "corta-se em 3 discos e cada um é regado com uma calda de kirsh para ficarem molhadinhos. Entre as camadas espalha-se chantilly e cerejas (descaroçadas) e, depois de sobrepostas, cobre-se tudo com mais chantilly e decora-se com mais cerejas e raspas grossas de chocolate".
A história deste bolo está prestes a fazer 100 anos, mas só começou a ser conhecido depois da Segunda Guerra Mundial.
 Uma coisa é certa: NÃO SE FAZ ESTE BOLO SEM KIRSH!

Deixo-vos aqui mais uma receita deste agradável bolo, que me foi transmitida pela Apolónia, uma grande Cozinheira com quem fiz um workshop de Chocolate na Cozinhomania (a tal do Melhor Bolo de Chocolate do Mundo).

Bolo Floresta Negra

6 ovos
200 g de açúcar
150 g de manteiga derretida
70 g de farinha
75 g de cacau em pó (de boa qualidade)
250 g de cerejas sem caroço (frescas ou em calda)
100 ml de kirsh
2 pacotes de natas (400 ml)
2 colheres de sopa de açúcar
essência de baunilha q.b.
sal fino q.b.
chocolate preto semi amargo (Valrhona ou Lindt postres) para decorar


Coloque as cerejas numa tigela e cubra com o kirsh. Deixe repousar 15 minutos (ou um pouco mais).
Unte uma forma redonda sem buraco (alta de preferência), com manteiga e polvilhe com cacau em pó.
Numa taça, misture a farinha com o cacau, peneire e reserve.
Faça uma base de Bolo de Chocolate Simples, batendo os ovos com o açúcar, uma colher de chá de essência de baunilha e uma pitada de sal, até obter creme fofo. Junte a manteiga derretida mexendo com cuidado com uma colher de pau e por fim, envolva cuidadosamente a mistura de farinha, aos poucos, fazendo-a cair "em chuva" com a ajuda de um passador de rede fina.
Leve ao forno pré-aquecido a 180°, durante 30 a 40 minutos. Faça o teste do palito aos 30 m.
Deixe arrefecer numa grade.
Entretanto, prepare o chantilly: bata as natas com as 2 colheres de sopa de açúcar e uma colher de café de essência de baunilha, até dobrarem de volume e ficarem bem fofas. Reserve no frigorífico.
Depois do bolo estar bem frio, abre-se ao meio (ou em 3, se for alto). Rega-se cada parte com o kirsh e recheia-se com chantilly.
Cobre-se com o restante chantilly e enfeita-se com as cerejas. Reserva-se no frigorífico.

Na hora de servir, polvilha-se com raspas grossas de chocolate preto.

Nota: Para barrar o bolo, use metade do chantilly ao qual juntou metade das cerejas embebidas em kirsh.
Deste modo terá um Bolo Floresta Negra mais próximo do original!

Boa semana para todos. Beijinhos da

Bombom (Tia Fátima ou Avó Fátima)